O paciente está nas redes sociais

O cenário “high digital” estimula o profissional da área da Saúde a desenvolver a sua capacidade de comunicação para lidar com mais facilidade com os novos paradigmas sociais. Em um mundo marcado pelo acesso às redes sociais e plataformas colaborativas, há que se inovar. Assim, investir somente na publicidade não é mais o suficiente. Hoje, o paciente é levado ao consultório não somente por indicação. O conhecimento obtido na internet, referendado pelas redes sociais, Google Meu Negócio e outros tantos recursos são fatores importantes na jornada de decisão.

É claro que não basta estar online, é preciso estar ativo. Por isso, é necessário o investimento em boas estratégias de marketing. Da mesma forma, é crucial o respeito às regulamentações de cada especialidade da Saúde. Somente assim, é possível conquistar autoridade no posicionamento no meio digital. Com ela, excelentes resultados virão.

Conhecer o público-alvo, definir conteúdo, abordagem e acompanhar métricas fazem parte do processo. Ao investir adequadamente nas ferramentas digitais, o profissional da saúde tem a possibilidade de transmitir conceitos e informações adequadas à sociedade, criar autoridade, estreitar o relacionamento com seus pacientes e conquistar novos.

E você? Já definiu a sua estratégia de Marketing nas redes sociais? Aqui em nosso blog você encontra uma série de artigos e dicas para lhe ajudar. Você também pode contar conosco para a gestão de suas redes sociais!

Comunicação na Saúde: médico, comunique-se!

No mundo cada vez mais colaborativo e onde a informação é extremamente acessível, a responsabilidade sobre o conteúdo e seu impacto na sociedade parece ser um critério esquecido. Atualmente, há muita informação, um volume enorme de fake news e a necessidade crescente de combatê-las.

Com relação à Comunicação na Saúde, a responsabilidade diante desse conteúdo se dilui quando se procura uma fonte, um estudo científico ou dados epidemiológicos confiáveis que comprovem o que está sendo informado. Assim, abordagens sensacionalistas e afirmativas generalistas confundem a sociedade e acenam como um sinal de alerta para a classe médica.

Não adianta só criar conteúdo. Você precisa entender como o seu paciente se porta, o que ele busca e como recebe e utiliza o seu conteúdo especificamente. Por exemplo:

  • Vai falar sobre doenças e sintomas?

  • Prefere discutir sobre métodos de prevenção?

  • Vai abordar uma área específica que atua ou sobre as inovações da medicina desse ano?

As opções são infinitas e por isso existem diversos tipos de conteúdos a serem trabalhados. O que você precisa analisar, entretanto, são quais vão entrar no seu blog ou nas suas redes sociais, e de que forma.

Mudança de Paradigma

Levar informações cientificamente comprovadas, tecnicamente corretas e respeitando a ética é uma responsabilidade que deve ser abraçada pela classe médica. É importante se organizar neste sentido. Estruturar a comunicação na saúde é também estabelecer o relacionamento ético com a mídia. Seja através de assessoria de imprensa, do Marketing Digital ou qualquer outra forma de comunicação, é fundamental ter consciência do impacto que as informações podem causar na sociedade.

Há alguns anos, a presença médica na mídia era vista como autopromoção. Hoje em dia, essa percepção mudou. A prática é bem recebida pelos meios de comunicação e pela sociedade, que demanda por informações sobre saúde, com credibilidade. Por isso, o espaço nas mídias existe e aumenta a cada dia, acompanhando essa demanda. Assim, a classe médica tem, diante de si, um canal disponível de comunicação com a sociedade. Se não ocupado, fica vulnerável a informações sensacionalistas e, até mesmo, sem fundamento científico algum.

É hora da classe médica romper resistências internas e se posicionar como provedora de informações sobre saúde. Dessa forma, irá contribuir de maneira significativa na promoção de comunicação na saúde.

Considerando o País onde vivemos, no qual grande parte da população tem dificuldade de acesso à saúde, informar sobre prevenção e cuidados pode fazer a diferença na vida de milhões de pessoas.

O alcance de canais tradicionais, como a TV, é enorme. Porém, as mídias sociais e sites como Google e Youtube tem audiências maiores a cada dia. Só o Facebook já tem mais de 2 bilhões de usuários no mundo. Por isso, saber o que falar, para quem, de que forma, em qual meio e quando, fazem parte de uma estratégia de comunicação que deve ser trabalhada.

Quando bem gerenciada, a comunicação na saúde atinge o propósito de educar o paciente e a sociedade como um todo. É caso do marketing de conteúdo, uma forma eficaz de disseminar informações relevantes para saúde e qualidade de vida além das barreiras físicas do consultório. Além disso, aumenta a visibilidade do médico, aproxima-o do seu público e engrandece sua reputação.

A gestão da comunicação na saúde deve ser profissional. Mais do que comunicar, deve ser capaz de traçar uma estratégia que alinhe os objetivos do médico, da sociedade e respeitar as regras do CFM – Conselho Federal de Medicina.

Existem muitas formas de divulgar conteúdo relevante para pacientes e sociedade em geral, de forma ética. Porém, é preciso uma gestão especializada para que a estratégia de comunicação na saúde seja, além de ética, eficaz.

Diferencie de seus concorrentes

 

Os benefícios de se ter uma presença forte no meio digital vai desde reconhecimento de marca até fidelizar os seus seguidores.

Aumento na credibilidade

Ser transparente com as informações da empresa aumenta a confiança entre empresa e cliente.

Engajamento com o público

Produzir conteúdo relevantes é construir uma relação mais próxima e constante com um público mais seletivo.

Confirmação social

Em época de Fake News a qualidade visual é um destaque para reforçar o profissionalismo da empresa