Você é um breaking news ? Todas as notícias e informações que você compartilha nas suas redes sociai

As notícias falsas só circulam porque muita gente as passa em diante. Com um pouco de atenção é possível escapar das armadilhas que circulam pela web, verifique antes de curtir ou compartilhar se você conhece o site da notícia, veja se existe uma equipe responsável por ele, se não conseguir encontrar nenhuma informação sobre o autor ou nenhuma seção que explique o que é o site, é melhor ficar atento, é muito importante prestar atenção na página para saber que tipo de site é aquele, e pensar se já leu coisas sobre aquela publicação, um exemplo clássico hoje nas redes sociais são os sites de humor, que usam a estética e a linguagem jornalísticas para brincar com as informações; O problema é que um leitor não atento pode acreditar e compartilhar o humor como sendo verdade , fica atento pois geralmente notícias falsas não indicam quando foi o fato narrado, então pessoal, respire , leia atentamente , você não precisa conhecer todos os jornalistas do mundo pelo nome, segundo especialistas, a maioria das notícias falsas compartilhadas nas redes sociais não tem um autor identificado, principalmente quando são apenas textos repassados por Whatsapp e não estão hospedados em sites. Em geral, quem tenta enganar os leitores escolhe exagerar ou inventar eventos absurdos para mexer com a emoção do público, principalmente quando as opiniões estão polarizadas. Exercitar o senso crítico e tentar deixar de lado a ansiedade que o rápido compartilhamento das notícias nas redes sociais traz, compartilhar essas informações como se estivessem fazendo uma coisa muito boa, protegendo seus familiares e seus amigos, e assim de querer compartilhar logo, de ser o primeiro a passar aquela notícia, a pessoa acaba dando mais munição para quem está por trás dessas publicações falsas

Essa cultura da velocidade vem do próprio jornalismo, pois a forma atual de repassar informações do setor é tão objetiva que as pessoas buscam sempre essa objetividade e essa rapidez., no jornalismo, agora toda a sociedade tem essa relação com a notícia, as notícias de última hora é mais simples, então as pessoas conseguem reproduzir com facilidade, já estão predispostas a acreditar em certas coisas, estão predispostas a ter uma opinião, a corrente de informações falsas funciona como um reforço do que ela acredita. Por isso, acaba circulando mais forte A boa notícia nisso tudo é que no ano passado e lançado no Brasil há cerca de dois meses, o sistema de checagem de notícias do Google passará a funcionar também no buscador da companhia, Até então, o "Fact Check" ( Verificação de fato) operava apenas dentro do Google News e em países selecionados. A partir de hoje, ele passa a funcionar globalmente — em todos os idiomas — e também dentro do buscador. O sistema aplica uma etiqueta a links de notícias que tenham passado pela verificação de instituições independentes. No Brasil, o trabalho é tocado pela Agência Lupa e Agência Pública. Nem todos os links contarão com a informação, e é possível que uma mesma notícia tenha checagens conflitantes por terem passado pelo crivo de mais de uma organização. "Mesmo que conclusões diferentes possam ser apresentadas, acreditamos que ainda é útil para as pessoas entenderem o grau de consenso sobre uma afirmação", diz a empresa. Fique de olho , é ou não é verdade ? As notícias falsas só circulam porque muita gente as passa em diante. Com um pouco de atenção é possível escapar das armadilhas que circulam pela web, verifique antes de curtir ou compartilhar se você conhece o site da notícia, veja se existe uma equipe responsável por ele, se não conseguir encontrar nenhuma informação sobre o autor ou nenhuma seção que explique o que é o site, é melhor ficar atento, é muito importante prestar atenção na página para saber que tipo de site é aquele, e pensar se já leu coisas sobre aquela publicação, um exemplo clássico hoje nas redes sociais são os sites de humor, que usam a estética e a linguagem jornalísticas para brincar com as informações; O problema é que um leitor não atento pode acreditar e compartilhar o humor como sendo verdade , fica atento pois geralmente notícias falsas não indicam quando foi o fato narrado, então pessoal, respire , leia atentamente , você não precisa conhecer todos os jornalistas do mundo pelo nome, segundo especialistas, a maioria das notícias falsas compartilhadas nas redes sociais não tem um autor identificado, principalmente quando são apenas textos repassados por Whatsapp e não estão hospedados em sites.Em geral, quem tenta enganar os leitores escolhe exagerar ou inventar eventos absurdos para mexer com a emoção do público, principalmente quando as opiniões estão polarizadas.Exercitar o senso crítico e tentar deixar de lado a ansiedade que o rápido compartilhamento das notícias nas redes sociais traz, compartilhar essas informações como se estivessem fazendo uma coisa muito boa, protegendo seus familiares e seus amigos, e assim de querer compartilhar logo, de ser o primeiro a passar aquela notícia, a pessoa acaba dando mais munição para quem está por trás dessas publicações falsasEssa cultura da velocidade vem do próprio jornalismo, pois a forma atual de repassar informações do setor é tão objetiva que as pessoas buscam sempre essa objetividade e essa rapidez., no jornalismo, agora toda a sociedade tem essa relação com a notícia, as notícias de última hora é mais simples, então as pessoas conseguem reproduzir com facilidade, já estão predispostas a acreditar em certas coisas, estão predispostas a ter uma opinião, a corrente de informações falsas funciona como um reforço do que ela acredita. Por isso, acaba circulando mais forteA boa notícia nisso tudo é que no ano passado e lançado no Brasil há cerca de dois meses, o sistema de checagem de notícias do Google passará a funcionar também no buscador da companhia, Até então, o "Fact Check" ( Verificação de fato) operava apenas dentro do Google News e em países selecionados. A partir de hoje, ele passa a funcionar globalmente — em todos os idiomas — e também dentro do buscador. O sistema aplica uma etiqueta a links de notícias que tenham passado pela verificação de instituições independentes. No Brasil, o trabalho é tocado pela Agência Lupa e Agência Pública. Nem todos os links contarão com a informação, e é possível que uma mesma notícia tenha checagens conflitantes por terem passado pelo crivo de mais de uma organização. "Mesmo que conclusões diferentes possam ser apresentadas, acreditamos que ainda é útil para as pessoas entenderem o grau de consenso sobre uma afirmação", diz a empresa. Fique de olho , é ou não é verdade ?

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